segunda-feira, novembro 25, 2013

Vi uma entrevista lindíssima do Fernando Sabino no Roda Viva. Falou muito sobre "Encontro Marcado" (que li, gostei, mas o que marcou em minha vida mesmo foi a novela que leva o nome deste espaço) e, também, falou sobre o ato de escrever.

O ponto que mais gostei foi quando disse que o escritor de verdade escreve, principalmente, sobre coisas que nunca viu e não sabe.

Por essas e outras, a conclusão que vem me acompanhando nestes últimos dois anos: sim, falhei.

2 comentários:

Beca disse...

Às vezes me vem à cabeça escrever alguma coisa parecida com o que já me ocorreu, mas não consigo. Meus pensamentos voam e as ideias se misturam, de vez em quando de maneira estúpida que chego a querer gritar, mas depois acabo chegando a uma conclusão e, finalmente, decido passar tudo para o papel. Escrever é uma maneira que encontrei de contar minhas estórias malucas, inventar amigos, viajar, enfim, viver o que jamais poderia viver na vida real sem ser egoísta. O difícil é pegar o lápis e o papel e decidir por onde começar, mas quando começo, as primeiras palavras surpreendem a mim mesma. É. Escrever também pode ser uma forma de esvaziar a minha mente de tantas ideias que nascem eu não sei de onde e colocá-las onde alguém mais possa ver. Uma figura narrada, uma obra de arte que só interessa àqueles que também desejam adentrar esse mundo fictício.

Beca disse...

Às vezes me vem à cabeça escrever alguma coisa parecida com o que já me ocorreu, mas não consigo. Meus pensamentos voam e as ideias se misturam, de vez em quando de maneira estúpida que chego a querer gritar, mas depois acabo chegando a uma conclusão e, finalmente, decido passar tudo para o papel. Escrever é uma maneira que encontrei de contar minhas estórias malucas, inventar amigos, viajar, enfim, viver o que jamais poderia viver na vida real sem ser egoísta. O difícil é pegar o lápis e o papel e decidir por onde começar, mas quando começo, as primeiras palavras surpreendem a mim mesma. É. Escrever também pode ser uma forma de esvaziar a minha mente de tantas ideias que nascem eu não sei de onde e colocá-las onde alguém mais possa ver. Uma figura narrada, uma obra de arte que só interessa àqueles que também desejam adentrar esse mundo fictício e fugir um pouco de um mundo sem graça.