Por tanto tempo cantei pelos cantos, quase em oração se acreditasse em deus: "eu quero a sorte do amor tranquilo". Achei. No entanto, só veio a paz quando o "sabor de fruta mordida" encheu a boca, correu pelas veias e tomou-me de assalto como nunca havia acontecido.
Acendo uma vela, caro Cazuza, pela graça alcançada.
Pro.mís.cuo
1 dia atrás

0 comentários:
Postar um comentário