sexta-feira, junho 19, 2009

Pois é...

(...)

Vou aqui, acender o terceiro e último cigarro. Apago a luz e ficarei observando a brasa, queimando lenta. Sentindo esse entorpecimento bom, que basta por hoje. Ainda não sei o que construirei destas suas ausências, destes espaços que, sem querer, você se coloca...

Canto junto: avisa que é de se entregar o viver. Não me consola, mas é o que basta nesta noite fria, tão fria...

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