domingo, setembro 14, 2008

Sem título

...pra te encontrar uma semana depois, com a alma em sobressalto e as borboletas, tão risonhas, turbilhonando o estômago. E naquela noite tão abafada, fingir que há sete dias não pensava em você, há 168 horas não fazia planos tolos, há 10080 minutos não me consumia em ansiedades por não ter um endereço para onde enviar as cartas de apresentação mais bem-intencionadas.

E perceber: depois de quase um ano de hedonismos mornos e tentativas tépidas, tão bom sentir aquela paz silenciosa da vigília do sono alheio...

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