terça-feira, setembro 04, 2007

Caçando borboletas (1)

"Hoje, acho que sei. Um dragão vem e parte para que seu mundo cresça? Pergunto - porque não estou certo - coisas talvez um tanto primárias, como: um dragão vem e parte para que você aprenda a dor de não tê-lo, depois de ter alimentado a ilusão de possuí-lo? E para, quem sabe, que os humanos aprendam a forma de retê-lo, se ele um dia voltar?"
(Os dragões não conhecem o paraíso - Caio Fernando Abreu)

Tenho pensado neste meu aprendizado de dois meses: quase nunca sozinho, mas quase sempre incompleto.

E, dentre tantas confusões e incertezas, reconheci aquilo que busco: elas, as borboletas.

E este arrepio, esta vertigem de incerteza me faz dormir menos, estudar menos e até rever planos tão minunciosamente desenhados.

Tenho vontade de escrever cartas tolas, ao som de Nara Leão.

Tenho medo, tanto medo, tanto medo: e querem saber? É tão bom...

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