sábado, março 04, 2006

O prenuncio do fim

Estou de ressaca, um pouco cansado. Mas com a consciência aberta como nunca, raciocinando sobre a vida de uma forma que nunca fiz antes.

Sim, 2006 será um ano de revoluções. Nestes primeiros dois meses, as situações foram colocadas de forma que eu escolhesse: a fuga ou o enfrentamento.

Mas fugir, renunciar, tangenciar deixou de ser uma opção válida. Falta vontade, falta ânimo, falta saco. Portanto, preparo-me para as longas batalhas, vou armazenando víveres e escolhendo refúgios porque tudo indica que meu mundo será sacudido até as estruturas.

Quanto a mim, vou sem medo. Sempre acreditei que a verdade liberta, apesar de muitas vezes não ser do jeito que queremos. Ela dói e arde, ela desconstroi e varre tudo aquilo que não for bem enraizado - mas liberta. E meu objetivo primo nesta vida sempre foi a libertação, seja lá com que cara.

Pela primeira vez na vida, acho que estou pronto. Não completamente, mas de uma forma a suportar toda a tempestade que começa a aparecer na linha do horizonte...

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