segunda-feira, setembro 26, 2005

Murphy é pai...

Se na quinta finalmente minhas caras amígdalas resolveram dar trégua e o corpo, vencido, pôde respirar, zás: logo na sexta um caprichoso cálculo, provavelmente de um tamanho ridículo, começou a doer em algum lugar entre meus rins e minha bexiga. Ali, do lado esquerdo - gauche. E como o é um cálculo ridículo, se trata de uma dor ridícula; porém, muitíssimo irritante.

Devo estar no quinto litro de água e mijo igual um bêbado, na esperança que meus glóbulos homeopáticos e o fluxo de urina mandem esse hospedeiro para fora. Eu, por aqui, assisto passivamente as traquinagens que Murphy vai me reservando. Sem dinheiro para academia, só quando outubro vier. Deveria ter estudado qualquer coisa sobre coração, mas o Orkut falou mais alto. Descobri que posso ser odiado em mais um nível, fato que eu sinceramente duvidava. Marcam o show dos Los Hermanos exatamente no final de semana que não poderei assistir - ou poderei, se a pindaíba continuar e os Strokes forem cancelados. A conta de telefone veio astronômica. Quem tinha que me ligar, não me ligou. E como diriam os franceses: "c'est la vie".

Só mentalizar que ainda é primavera. É primavera. É primavera e eu vi um ipê em flor...

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