domingo, junho 12, 2005

Dia dos namorados

Não tenho opinião muito concreta sobre a data. Imagino que deva ser ótima para quem namora - só discordo da tempestade em copo d'água dos solteiros (e) carentes. Por exemplo, eu não fico deprimidíssimo no dia dos professores porque não sou professor. Tá, esse clima love is in the air enjoa - mas nada não seja administrável.

Nem quanto ao amor eu entrei num consenso. Jurei que havia chegado em uma conclusão, depois de filmes, livros, discussões úteis, situações. Tinha precitadamente achado que tinha umas diretrizes acertadas, uns caminhos delineados. Pois bem. Daquela água que dissera que nunca mais iria beber, estou bebendo até a última gota do pote. Minha promessa em não insistir nos erros passados esfarelou-se tão rapidamente quanto o Muro de Berlim. Cá estou eu novamente, de humor variante, inconstante, etc etc etc etc etc.

Mas, querem saber? Nem ligo. Antes fiar-se em parcas esperanças que ficar na resignação desértica. Antes arriscar num pouco de movimentação que permanecer na estática habitual. Antes apanhar um pouco que chegar ao final da vida sem cicatriz nenhuma.

Não há ganhos sem riscos. E seja o que o destino quiser..

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