domingo, maio 29, 2005

Trouble

Desculpe-me por não ser infalível. Desculpe-me por ter minhas próprias limitações, algumas incoerências de caráter. Um terrível medo de dizer o não na hora correta. Mas não foi proposital, eu juro. Só que eu não pude ir aonde você gostaria que eu chegasse - e por isso lhe pedi perdão.

Não me importo em massacrar minha auto-estima para me desculpar quando percebo que fiz um grande mal. Por isso deixei de lado meu egoísmo filho da puta e fui lá, de peito aberto, pegar nas suas mãos geladas e dizer: desculpe mas não foi essa a intenção. Você ali, bela e intratável, enquanto eu tentava remediar uma situação por ora fora de controle.

E consegui. E foi bom e redentor. Reconheci minha parcela de culpa e bola para frente, da melhor forma que conseguirmos. Só não vou aceitar um masoquismo eterno de "enfiar o dedo na ferida". Tempestades em copos d'água. Bater na mesma tecla do meu erro. Daí, eu retiro minhas desculpas e prefiro que tudo fique da maneira que estava.

Fiz minha jogada e agora o turno é seu.

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