sábado, janeiro 31, 2004

Hoje fui ao clube. Choveu, mas isso não importa. Porque estou cansado de pessoas que dizem que choveu logo de primeira, sendo que tantas outras coisas interessantes foram feitas independentes do humor do tempo.

Fui ao clube dirigindo e isso para mim já é um grande esforço. Porque ultimamente, quando ligo o carro, não consigo evitar um pouco (significamente grande) de medo e pânico. De alguma coisa acontecer. Grave. De novo. E me sinto muito seguro dentro do meu medo, porque o meu medo me obriga a ser prudente e razoável. E ainda, com aquela sensação de superação correndo nas veias, pois estou fazendo algo que me amedronta e estou até que conseguindo.

E joguei tênis no clube. Nunca havia jogado tênis. E não foi dessa vez que fiquei tão bom quando Roger Federer, não se apressem. Quase fiz aulas de tênis, há muito tempo atrás, antes mesmo do Guga ganhar o Roland Garros. Mas as aulas eram muito caras, por isso desisti. Acabei por jogar basquete, gostar do basquete e deixar as aspirações de tenista. Jogar tênis é divertido. Ainda não consigo mandar a bolinha para a direção que quero, mas um dia chego lá.

E por falar em desistir, dentro do clube cheguei a conclusão que é preciso desistir de certas pessoas. Quando trazem mais peso que leveza. E o exercício da desistência é dificílimo, porque fica o gosto de fracasso na boca. Mas ultimamente não ando muito orgulhoso de mim e das coisas que fiz, portanto, acho que não será tão difícil desistir assim...

Daí choveu. Muito. Corremos para piscina, naquela cena típica de idiotice infantil, mas tão deliciosa... Ultimamente anda chovendo muito, ando tomando muita chuva também. Está bom, está bem... Mesmo a chuva não nos atrapalhou, de maneira alguma.

E porque fazia muito frio, voltamos para casa. Havia parado de chover. Com a intenção do retorno, de voltar ao clube, despreocupados. Naquela atenção desatenta, sem peso... Como se o tênis, a chuva, o cheiro do cloro, a piscina, tivessem me desafogado outro bocado. Dias de clube não têm como não serem leves.

sexta-feira, janeiro 30, 2004

#01 - Pequenas lições do PET

Estou de volta, estou de volta. Depois de breve temporada em Uberlândia. E não foi tão ruim. As pessoas não estavam tão desinteressantes, as responsabilidades não estavam tão pesadas. A Bavária nem é tão ruim assim, ainda mais por um real a lata. Tomei chuva todos os dias, sem querer. Os dias não foram longos, nem escuros apesar dos dias nublados.

Foi bom tirar férias das férias. Foi útil trabalhar, pensar, mesmo tendo me cansado tanto. No final das contas, nem senti que foram-me roubados quatro dias de ócio. Porque essas reuniões tiveram alguns insights interessantes, que vou postando pouco a pouco.

O mais importante e urgente pepino de foi "resolvido". O problema que me sufocava e me prendia nessas férias. Hermético. E quando falo em resolvido, não digo que ele está acabado. Porque nem sempre resolver problemas significa dar um fim neles. Às vezes você consegue botá-lo em outra esfera de preocupação, trocá-lo de prateleira. Um dos dogmas do PET é não fugir dos problemas e, ao mesmo, não perder muito tempo com ele. Isso é desperdiçar tempo e significa falta de planejamento. Apesar disso, acho que fiz um bom trabalho.

Saí de Franca com um nó na garganta, coração apertado. Fugi, de certa forma. Mas igual quando estamos andando de avião, consegui enxergar as coisas mais como um todo. Menos especificamente e mais abrangentemente. Duzentos e cinquenta quilômetros é uma distância bem segura para analisar os problemas, lá do alto, sem que eles venham atrapalhar sua linha de raciocínio. E cheguei a brilhante conclusão que estava atacando o problema em pequenos pontos, ao invés de atacá-lo como um todo.

Confesso que voltei para Franca bem mais aliviado.

terça-feira, janeiro 27, 2004

"Nossa tristeza mais irremediável é de nem menos saber onde é que perdemos nossa única oportunidade de sermos santos"
(Clarice Lispector)

Costumo dizer que após o primeiro erro, é impossível impedir a triste sucessão dos próximos. O primeiro erro é irremediável, como se fosse aquela primeira peça do dominó, que quando derrubada leva toda fileira embora. O mais importante é não errar. Sempre. Depois que errou, não há volta nem remédio.

Por isso somos tão humanos: não somos invencíveis. E o erro sempre está tão próximo, é tão mais fácil fazer errado que fazer o certo. É tão mais fácil de perceber o errado que o certo. O erro é tentador, ele é brilhante, irresistível. Todos nós não negamos nossa natureza: erramos e insistimos e tentamos consertar e tentamos contornar e tentamos ignorar. Adianta? Trombamos novamente com eles, nossos erros, quando menos esperamos. Quando estamos distraídos, a mente estava tão cansada, estava descansando, a coitada e... Num piscar de olhos, estamos trocando os pés pelas mãos, caindo nos mesmos buracos, tropeçando nas mesmas pedras.

Como o Pequeno Príncipe (o post sobre ele já está no forno, é só esperar...) e seus baobás: quando crescem, ninguém mais os retira. É preciso acabar com eles, enquanto ervas e arbustos, antes que tomem a corpulência de árvores e acabem com o pequeno asteróide. Acabar com os baobás antes que virem baobás. Mas não somos tão dedicados como o Pequeno Príncipe. Acreditamos que nosso jardim é tão perfeito, ileso de ervas... E mesmo quando a árvore cresce, achamos que o problema vai se resolver sem nossa intromissão. Quando vemos, o baobá já está enorme, as raízes na intimidade do asteróide. Para não falar do estrago causado pelas sementes do primeiro baobá...

E daí, ficamos suspirando na janela, fitando as estrelas, matutando. Sim, nós, seres humanos, somos ótimos em lamentar o leite derramado. Enquanto o baobá esfarela nosso pequeno asteróide, tristemente nos indagamos: "Onde erramos? Que fiz para merecer? E agora?".

E agora só resta esperar a revoada de pássaros, que migrando nos levariam para longe, muito longe do nosso asteróide e dos nossos enormes baobás...

Post conjunto com o Sete Faces

domingo, janeiro 25, 2004

"É que quando eu cheguei por aqui
Eu nada entendi
Da dura poesia concreta de tuas esquinas,
Da deselegância discreta de tuas meninas"
(Caetano Veloso)

São Paulo faz 450 anos. Tem que ter post para comemorar.

A primeira lembrança que tenho de São Paulo é um imenso jardim de flores de papel. Amarelas e roxas. No Brasil 500 anos. Me perdi numa floresta de flores de papel. Demorei quase meia hora para sair de lá. Mas foi meio aquela coisa, "estou perdido mas não quero sair daqui", porque aquele jardim era muito bonito.

Um quadro da Anita Malfatti. De um farol.

Os Miseráveis. Os Lusíadas. Os shoppings imensos...

Mas a lembrança mais antiga, mais significativa, foi do prêmio Nestlé. Ano 2000. Andei de avião, vi do alto aquela selva de pedra... Conheci a Paulista. Não dormi por 60 horas. Fazer festa de madrugada bebendo só água mineral. Comer em lugares que nunca imaginaríamos. Show exclusivo no DirecTV Hall, com direito a geladeira de sorvete e todas aquelas delícias da Nestlé "de grátis". O hotel, que era O hotel.

Naqueles três dias Sampa prometia tanto... Naqueles dias de Sampa, eu tinha certeza que iria dar certo. Tudo. Que não havia margem alguma para erros. Que a vida era sublime, as pessoas eram eternas...

E, apesar de todo brilho daqueles dias de São Paulo, tanta coisa se perdeu... As promessas não se concretizaram, as pessoas se perderam no meio do caminho...

Por isso que, quando penso em Sampa, lembro de flores de papel. Belas, mas artificiais. Macias, mas difíceis no tato. Porque foram essas lições que São Paulo me ensinou, as pessoas são meio flores de papel. Meio farol da Anita Malfatti, solitárias na colina, só o mar como companhia...

sexta-feira, janeiro 23, 2004

Teoria dos ponteiros:

Mesmo se nossos ponteiros andarem em velocidades diferentes, um dia eles voltarão a se encontrar...

(Por isso que é essencial aprendermos também a andar em círculos)

quarta-feira, janeiro 14, 2004

Vi pequi, no lugar mais improvável possível: aqui em Franca. Sim, pequi é uma daquelas coisas que eu conto para o pessoal daqui, como há uma distância tão pequena de nós existem coisas tão... Diferentes? Estranhas?

Quando contei o que era pequi, o pessoal fez aquela cara de "não acreditei muito". Principalmente dos espinhos. Que pequi tem um jeito todo especial de ser comido, senão você acaba parando no hospital. Que os goianos comem essa coisa com arroz. E quando você vai cozinhá-lo no almoço, o prédio todo sabe pelo cheiro.

Perguntaram-me pelo gosto e eu não lembrava qual era. Eu me esqueci do gosto do pequi, maligna. Sabia que era diferente de tudo o que eu havia provado.

Lembra "Cidade dos Anjos"? Acho aquele filme quase todo um desperdício. Só não é um desperdício completo por causa da cena da pêra. A mocinha tentando explicar para o mocinho como é o gosto de pêra. E, logicamente ela não consegue. Aonde eu quero chegar? Tinha escrito um post enorme ontem, mas tinha ficado excessivamente triste e eu entrei num acordo com a Anita que já basta de tristeza. Mas a premissa básica era: se fossem sete, não seis? Sete, você mesmo diz, é cabalístico. Teria sido mais especial só por causa do número?

Mas você não conseguiria me explicar. Igual ao pequi. Você poderia me falar que pequi é parecido com tal coisa, mas nunca exatamente o tal gosto de pequi. O gosto do pequi é pura percepção indivídual. E é assim com todas as coisas que sentimos ou gostamos: para cada coisa nova que provamos, há sempre uma possibilidade de uma nova opinião.

Lembra dos meninos daltônicos? Que enxergavam 21 onde víamos 49?

E como explicar a eles que ali era 21 e não 49? E que o verde e o rosa não eram a mesma coisa?

Impossível, infelizmente. Vou morrer com a essas dúvidas...

terça-feira, janeiro 13, 2004

Carta à Anita

Era para ser um post feliz, Maligna. Como se eu tivesse chegado à conclusão que não temos controle sobre nossa vida, é melhor deixá-la nos levar. Bem no clima do Skank:
"Vou deixar a vida me levar
Pra onde ela quiser
Seguir a direção
De uma estrela qualquer
Não quero hora pra voltar não"

Mas não estou assim. Definitivamente. Estava andando de carro, lépido e leve pelo Centro. Tinha buscado as fotos do Matrix, andado à toa, me divertido. Aí, no final do dia, resolvi inventar de fazer um balão. Dei uma ré e não vi uma árvore atrás. Tinha uma árvore no meio do caminho. Acabou com o vidro de trás, amassou um pouco a lataria. Era a terceira vez que estava de carro sozinho.

Meu pai ainda não chegou. Normalmente ele já tem um tom de voz áspero, com tom de crítica. Estou imaginando como vai ser dessa vez. Tudo isso aconteceu por excesso de confiança. Porque não vinha ninguém. Porque eu havia perdido o medo.

E agora, pensei na vida... Será que eu estou perdendo o medo? Será que eu estou subestimando os perigos, as armadilhas. Será que vou bater numa árvore idiota na calçada, só porque superestimei minhas capacidades, ou subestimei as dificuldades?

Lógico que, sobre o carro, todos irão sobreviver, o vidro será trocado, eu vou escutar o mesmo sermão até eu voltar para Uberlândia. Mas e a vida? Não adianta eu escapar das coisas difíceis e esbarrar logo nas simples.

Sem querer ser redundante com o post de ontem, mas fiquei com medo. E não foi de dirigir.

Post conjunto com o Sete Faces

segunda-feira, janeiro 12, 2004

Carta ao Joey 2004

Diga lá Joey, apesar do dois ou do pois, como vai?

Tenho escutado muito Vinícius, pensando no mar. Guarapari já foi por água baixo, entrou para lista dos desejos frustrados. Fico aqui em Franca, longe da praia, longe da brisa úmida que vem do mar.

As coisas por aqui não são nada promissoras. Tenho vivido pouco, bebido pouco, amado tão pouco: insignificâncias, sombras. O que me anda perseguindo é um espírito negro, de futuro. Ando com medo, muito medo do futuro. Tenho medo de acordar um dia, quando as possibilidades zeradas, e não houver mais nada a ser feito. Quando a vida, a bebida e o amor não tiverem mais nada a oferecer.

Gostaria de falar sobre morte aqui, mas estremeço. Não teria "embasamento moral" para falar de morte com você. Eu, que nunca a vi, que nunca a senti. Que a conheço por gravuras, pelo rigor mortis das autópsias, dos nossos cadáveres. Já senti o cheiro de morte, aquele cheiro doce de sangue quente da Patologia. Nauseante, estremecedor. Já a senti nos dedos, o toque frio, borrachento. Mas nunca dentro das veias, nunca dentro de mim, nunca tão próxima que fosse possível sussurrar algo nos meus ouvidos. Nunca fui assaltado pela morte.

E estou com medo de chegar o momento que tudo acabe, ou pior: de querer que tudo acabe. Porque a vida é tão insipiente, há tanto a ser feito...

Falta, principalmente, "o amor doendo em paz". Falta "aquele cantinho de céu". Falta descobrir se essa coisa existe mesmo a longo prazo, ou inventaram só para dar audiência para Globo. Falta descobrir se há na vida algum sentido, ou só estamos aqui perdidos, sozinhos, batendo cabeça por aí.

Parece tão simples na boca dos outros, não?

Desculpe-me se fui incoveniente, sei que sou. Escrevi isso porque você vai ver o mar capixaba. Vai sentir o leve toque das ondas, o gosto do sal na boca. Novos ares. O mar facilita tudo, Vinícius não teria sido Vinícius se não tivesse o mar no seu quintal. Por isso traga notícias ligeiras, traga uma receita que adiante, que faça "acabar com essa tristeza".

Pergunte ao mar sobre o coração das mulheres. Pergunte ao mar como "inventar de novo o amor"...

sábado, janeiro 10, 2004

Sabe quando você está com uma música na cabeça? E não sai? E você fica cantando ela o dia inteiro? Enquanto viajava, não conseguia tirar "Não sei viver sem ter você", do CPM 22 da cabeça. Principalmente por causa desse pedaço:

"Chegou a hora de recomeçar
Acreditar que pode ser melhor assim
Tentar crescer, fingir feliz
Te deixar para depois
A cada dia que eu morrer
Espero que você morra dois"

Achava o máximo. A vingança. O cara sofreu, mas superou, agora quer quer a garota morra dois dias para cada dia que ele morrer. Cantarolei esse pedaço nos últimos dias. Daí, chegando em casa, puxei-a em mp3 e peguei a letra. Foi aí que descobri que cantava errado. Na verdade, esse pedaço é assim:

"A cada dia que eu morrer
Espero que você morra, pois
(E continua assim:)
"Se eu ligar de madrugada sem saber o que dizer
Esperando ouvir sua voz e você nem me atender"

O que era uma música de vingança, virou uma música de corno. O cara quer escutá-la, nem que seja para ouvir o fora. A música perdeu todo sentido para mim. Perdeu o sentido só por causa de uma única letra trocada.

Fico pensando quantas coisas perderam sentido por enganos tão simples assim.

sexta-feira, janeiro 09, 2004

"Não há lugar como nosso lar!"
(O Mágico de Oz)

Ano novo, página virada, certo? Acabou aquela musiquinha irritante da Globo que "hoje é um novo dia, de um novo tempo..."? Então vamos lá, recomeçar.

Talvez uma das melhores coisas em viajar é o exatamente voltar para casa. E ela estar lá, esperando. Suas coisas no lugar, o cheiro da cama, as cores das paredes. As pessoas que ficaram. Viajar é bom sim, sair da rotina, descançar a cabeça. Mas uma hora cansa. Principalmente quando é casa de família, em cidade pequena, nada para fazer. Não tenho parentes em Franca, com exceção de uns tios meus que mudaram para cá há pouco. Reunião de família sempre foi sinônimo de viagem. Daí sempre são os adultos insistindo "porque você não faz alguma coisa". Os primos pequenos pentelhando, você é o mais novo brinquedo deles. O colchão que não é seu, comida diferente, você é visita. A falta de liberdade. A falta do silêncio. Principalmente, do silêncio e da tranquilidade. Porque casa de família grande nunca pára, sempre tem um primo chorando, um primo correndo, você ali querendo conversar, querendo ver TV, querendo fazer nada com sossego e sempre chega um primo. E primo não é igual irmão, que você dá uma bolacha no pé da orelha e ele pára. Não pode. E os tios nada fazem.

Odeio primos mal-educados.

Não entendam que eu odeio minha família, ou reunião de família. Divirto-me muito, e talvez eu conte as coisas engraçadas por aqui. Mas tudo tem limites, né?

Gosto muito da sensação do retorno, mesmo quando volto de Uberlândia para casa. Ver meu pequeno universo. Aquela sensação de segurança. A impressão que pelo menos naquele espaço as coisas estão sob controle. A escrivaninha, as pastas do computador, meus livros e arquivos.

Quisera eu que todas as alegrias desse mundo fossem simples e gratuitas assim!

domingo, janeiro 04, 2004

Primeiro post de 2004. Tem que ser algo especial...

(Silêncio)

(Falta de criatividade)

Estou aqui, perdido em algum lugar no centro do estado de São Paulo, cansado, estressado e sozinho. Pensando em muita gente especial.

Com saudades de Uberlândia, por incrível que pareça. Saudade daquela rotina medíocre, mas alegre e divertida. Porque acabei de chorar vendo "Malena", que é um filme para discutir com a Anita (e o post das promessas furou, hein?). Mas nessa hora ela deve estar lá, feito um lagarto nos trópicos, curtindo o ar maranhense. Porque tenho sonhado com elevadores e preciso conversar com a Thallita sobre isso. Porque acho que o Joey está precisando de um abraço. Porque tenho visto o Jô e pensado na Vivien, vi "Cruzeiro das Loucas" e lembrei do Brunão, até lembrei daqueles quarenta centavos que deram tanta dor de cabeça.

E eu não vou para Guarapari.

Pensado no Leo, no Rômulo, Paulinho e Marina (que não atualizam faz teeeeeeempo). No retorno a Franca, com muitas expectativas e pouca esperança.

Na Camila e na Karina, que me deram o prazer da companhia virtual nesse ano. E todos os que passam por aqui e não deixam rastro (mas podiam, né).

A galera de Coró, com muitas saudades das morenidades e botecos daí.

Um parágrafo só para Dani, que enquanto não retomar o blog, relações cortadas.

Fiquei perdido agora. Tenho pensado no Pequeno Príncipe, mas falo dele quando voltar para casa. Se eu voltar...

Mas bem que podia ser logo, não aguento mais a coisa aqui.

E ao Chico Buarque, que comentou lá em baixo, obrigado.

Obrigado a todos vocês.